Segundo reportagem do Diário do Poder, representantes da Reag Investimentos frequentaram gabinetes de ministros e autoridades nomeadas por Lula mesmo enquanto a empresa já acumulava graves questionamentos. O fundador da gestora, João Carlos Mansur, esteve com Gabriel Galípolo em 11 de agosto de 2025, apenas onze dias antes da deflagração da Operação Carbono Oculto. O registro oficial do encontro aponta como objetivo “contribuir com propostas para o processo decisório da Administração pública”.
A apuração revela ainda que sócios do escritório da Reag na China reuniram-se com Alexandre Padilha, então na Secretaria de Relações Institucionais, em novembro de 2024. O ministro alegou que a agenda tratava dos preparativos para a visita do líder chinês Xi Jinping ao Brasil. Além disso, a empresa manteve presença em reuniões no Ministério dos Transportes, Ministério do Desenvolvimento Agrário, ANTT, CVM e Susep.
Os problemas envolvendo a Reag são amplamente conhecidos. A Polícia Federal investiga fraudes estimadas em R$ 12 bilhões no caso Banco Master e apura possível conexão com o PCC na Operação Carbono Oculto. Mansur é citado como responsável por “dinâmicas fraudulen









