O regime do Irã emitiu um alerta máximo aos Estados Unidos: qualquer ataque contra o aiatolá Ali Khamenei será interpretado como declaração de guerra. A ameaça foi feita pelo presidente Masud Pezeshkian após Washington condenar a repressão violenta contra manifestantes que protagonizam a maior onda de protestos no país em décadas.
A tensão entre Teerã e Washington aumenta. Os EUA já haviam avisado que poderiam intervir militarmente caso manifestantes fossem mortos, e uma porta-voz do governo Trump afirmou que a pressão americana conseguiu suspender cerca de 800 execuções. A declaração iraniana mostra a tentativa do regime de proteger Khamenei, líder supremo desde 1989 e centro do poder no país.
Enquanto isso, o príncipe herdeiro Reza Pahlavi defende “ataques cirúrgicos” contra a Guarda Revolucionária e promete liderar a transição para uma democracia secular. O regime responde com ameaças de guerra, evidenciando o desespero diante da pressão interna e externa, e levantando dúvidas sobre a estabilidade de Teerã diante da crescente mobilização popular.









