O presidente Lula quer aprovar o fim da escala 6×1 ainda no primeiro semestre, antes das eleições de outubro. Na próxima semana, deve se reunir com Hugo Motta, Gleisi Hoffmann e Guilherme Boulos para alinhar a estratégia política.
A própria CNN admite que a medida é uma aposta para “reconectar com a classe trabalhadora que flertou com a direita”. No papel, o plano prevê jornada máxima de 40 horas semanais, escala 5×2 com possibilidade de 4×3 e manutenção integral dos salários.
O que o governo evita explicar é o impacto real disso na economia. Se a empresa paga o mesmo valor por menos horas trabalhadas, o custo aumenta. E custo não some: é repassado ao consumidor, resulta em demissões ou leva pequenos negócios a fechar as portas.
O setor produtivo já se posicionou contra. Ainda assim, Lula tenta aprovar a medida agora, capitalizar politicamente em outubro e empurrar a fatura para depois









