O PL assumiu, de uma só vez, a presidência de cinco comissões estratégicas da Câmara: Minas e Energia, com Joaquim Passarinho; Segurança Pública, com Coronel Meira; Turismo, com Daniela Reinehr; Saúde, com Giovani Cherini; e Relações Exteriores, com Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Não se trata de cargos simbólicos, mas de espaços onde se pauta, se fiscaliza e se define o que chega ao plenário.
Fora do Congresso, os sinais também são claros. Flávio Bolsonaro já aparece empatado com Lula em simulações de segundo turno. Nas redes sociais, Gustavo Gayer entrou para o Top 20 de engajamento do país. Em Cuiabá, Nikolas Ferreira recebeu moção de aplausos pela Caminhada da Liberdade, que mobilizou milhares de brasileiros. A CPMI do INSS retomou os trabalhos para apurar fraudes bilionárias contra aposentados, enquanto deputados como Bruno Bonetti e Capitão Alden já protocolaram projetos concretos logo na primeira semana.
Com a maior bancada no Senado e posições-chave nas comissões da Câmara, o campo conservador não se limita à oposição: constrói. Cada comissão conquistada, cada projeto apresentado e cada avanço nas pesquisas adiciona mais um tijolo ao caminho de 2026.









