Levantamento da Instituição Fiscal Independente, divulgado por O Globo, aponta que as despesas com benefícios sociais saltaram de R$ 12 bilhões, em 2004, para R$ 383 bilhões em 2025 alta de quase 500% em termos reais. O Bolsa Família responde por R$ 160 bilhões. Já o Benefício de Prestação Continuada pode superar R$ 1,4 trilhão em 2060, segundo projeções oficiais.
O ministro Fernando Haddad admite a necessidade de rever o modelo e fala em unificação sob conceito de renda básica, ainda sem proposta formal. O volume de gastos, equivalente a cerca de 12% do PIB, contrasta com critérios de seleção que seguem baseados em autodeclaração de renda. Especialistas alertam para falhas de gestão e fiscalização, além do impacto crescente sobre o déficit público.









