A disputa em torno da quebra de sigilo de Lulinha ultrapassou o plenário da comissão mista e passou aos bastidores do Congresso. Integrantes da CPMI avaliam acionar o Supremo Tribunal Federal caso o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anule a votação que aprovou a medida na quinta-feira (26).
Entre os requerimentos aprovados está o de Gustavo Marques Gaspar, ex-assessor do senador Weverton Rocha. A possibilidade de revisão ganhou força após reunião de Randolfe Rodrigues e Paulo Pimenta com Alcolumbre, solicitando a anulação.
Governistas questionam a contagem conduzida por Carlos Viana, que afirma ter confirmado o resultado duas vezes. O caso se conecta a investigação em curso no Supremo, autorizada pelo ministro Andre Mendonca, ampliando a tensão institucional.









