Aline Bárbara Mota, ex-secretária e ex-gerente administrativa de empresas ligadas ao chamado “Careca do INSS”, afirmou na CPMI do INSS que não comprou passagens nem repassou valores a Lulinha. Questionada pelo deputado Rogério Correia, disse que apenas exercia função administrativa. “Quando ele me contratou, se apresentou como empresário de sucesso. Eu era secretária”, declarou.
A apuração também envolve a Polícia Federal, que investiga menções ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na chamada Operação Sem Desconto. No mesmo dia, o jornal O Estado de S. Paulo informou que Lulinha pretende admitir que teve viagem custeada, negando, porém, qualquer negócio.










