O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva firmou um acordo com a Bolívia para intensificar o combate ao crime organizado nas fronteiras. O pacto prevê troca de inteligência em tempo real, operações conjuntas e atuação coordenada contra narcotráfico, lavagem de dinheiro, tráfico de armas e crimes cibernéticos.
A medida ocorre em meio a discussões sobre cooperação com os Estados Unidos, principal parceiro comercial do Brasil. Autoridades americanas defendem que o país classifique facções como o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, o que ampliaria os mecanismos de atuação conjunta.
Até o momento, o governo brasileiro não adotou essa classificação. Enquanto avança em acordos regionais, como o firmado com a Bolívia, o país mantém diferenças em relação às propostas apresentadas por Washington no enfrentamento ao crime organizado internacional.









