José Dirceu completou 80 anos e usou o microfone para dar o tom da campanha de 2026. Rodeado de ministros de Lula, do vice-presidente Alckmin e de parlamentares do PT e do Centrão, o ex-condenado do Mensalão foi direto: a eleição é uma questão de soberania nacional, Flávio Bolsonaro é “golpista de extrema-direita alinhado com Trump”, e a campanha de Lula não pode ser de “Lulinha paz e amor.”
Dirceu não mediu palavras e deixou isso claro para quem estava na sala. O timing é revelador: o partido acabou de formalizar resolução criticando Flávio nominalmente, enquanto o cenário político se intensifica com investigações em curso e tensão no ambiente econômico.
Em meio a esse contexto, o ex-ministro assume protagonismo ao indicar um caminho mais duro para a disputa eleitoral. A movimentação, com apoio visível de aliados, sinaliza uma virada de postura e reforça sua influência na condução estratégica do grupo para os próximos anos.









