O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro e ampliou as restrições impostas ao líder conservador.
A decisão suspende, por 30 dias, as visitas à residência de Bolsonaro, com exceção de médicos, fisioterapeutas e advogados. Também ficam proibidos contatos com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições, além da divulgação de manifestações políticas, inclusive por terceiros.
Segundo Moraes, Bolsonaro teria descumprido uma das medidas cautelares ao escrever uma carta que posteriormente foi divulgada nas redes sociais pelo senador Flávio Bolsonaro.
A decisão amplia as limitações impostas ao ex-presidente e restringe sua atuação política durante o período eleitoral, medida que tem gerado críticas de aliados, juristas e parlamentares que questionam o alcance das determinações e seus reflexos sobre a liberdade de manifestação política.









