A peça: num campo de várzea, o técnico oferece aos jogadores garrafinhas da Sabesp com água barrenta. Eles recusam, e aparece o slogan “Tarcísio privatizou, a Sabesp piorou”.
A decisão: a juíza Monica di Stasi entendeu que o vídeo “parece ultrapassar o campo da opinião” e se transforma em “desinformação objetiva”, capaz de “incutir pânico social injustificado” ao sugerir que a população recebe água contaminada.
Haddad e o PT têm 24 horas para tirar o vídeo do ar e não podem republicá-lo, sob multa de R$ 50 mil por dia. Quem pediu foi a própria Sabesp, hoje uma empresa privada, na Justiça comum.
A decisão é liminar, e a campanha pode recorrer.







