A defesa de Eduardo Tagliaferro protocolou mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal alegando omissão da ministra Cármen Lúcia na apreciação de uma liminar apresentada em 2 de fevereiro. Segundo os advogados, passadas três semanas, não houve manifestação formal sobre o pedido.
Ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral, Tagliaferro ficou conhecido após divulgar conteúdos que deram origem ao episódio chamado “Vaza Toga”. A defesa sustenta que ele não poderia ter sido citado por edital, pois possui endereço conhecido na Itália, o que exigiria cooperação internacional. O caso será analisado pelo ministro Edson Fachin.









