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Desembargadora mantém seguranças de Bolsonaro após liminar ser derrubada

A desembargadora Mônica Sifuentes, do TRF-6, suspendeu a liminar que retirava benefícios do ex-presidente Bolsonaro. Com isso, assessores, veículos e servidores continuam à disposição do ex-presidente apenas motoristas seguem temporariamente suspensos.

Segundo a magistrada, a “supressão abrupta” poderia deixar Bolsonaro em “situação de vulnerabilidade”, considerando que ele é “pessoa idosa e com histórico de problemas de saúde”. Ela reforçou que a manutenção dos benefícios “não representa ônus desproporcional ao erário”.

O caso lembra decisão similar com Lula em 2018. Na ocasião, quando o petista foi preso, um juiz suspendeu seus benefícios, mas o TRF-3 reverteu em 12 dias, destacando que assessores são “direitos e prerrogativas, não benesses”. O processo contra Bolsonaro foi movido pelo vereador Pedro Rousseff (PT-MG), sobrinho-neto de Dilma. A regra é clara: o que vale para um, vale para o outro a isonomia não escolhe lado.

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