O caso envolvendo o Banco Master voltou a expor a deterioração institucional do Supremo Tribunal Federal (STF). Dias Toffoli, ministro com vínculos políticos próximos ao lulopetismo, retirou da Polícia Federal a responsabilidade de periciar materiais apreendidos e determinou que a Procuradoria Geral da República fizesse a análise. A decisão gerou críticas de especialistas sobre interferência em atribuições exclusivas da PF.
O episódio acompanha uma série de medidas polêmicas do STF, incluindo requisições amplas de documentos e marcações de acareações sem base legal sólida. Em paralelo, contratos milionários envolvendo pessoas ligadas a investigados reforçam a percepção de conflitos de interesse e interesses políticos em torno de um banco que, por si só, não tem porte relevante no mercado.
Críticos apontam que a conduta de Toffoli reflete uma prática crescente de ativismo judicial e personalismo no Supremo, comprometendo a confiança no sistema de investigação e julgamento. A operação Compliance Zero segue sob sigilo, enquanto cresce a pressão por explicações sobre a motivação e os métodos adotados pelo ministro.









