Joshua Spriestersbach, de 54 anos, recebeu cerca de R$ 5 milhões após permanecer indevidamente internado em uma instituição psiquiátrica no Havaí, Estados Unidos, em um caso iniciado em 2017, quando foi detido durante uma abordagem policial, teve registros vinculados a outra identidade e acabou mantido sob custódia por anos até a revisão do processo, com o acordo sendo aprovado pelo conselho municipal de Honolulu na semana passada devido ao reconhecimento da falha das autoridades na verificação dos dados. A informação é do NY Post.
A ação judicial afirma que, ao longo do período de internação, informações disponíveis não foram devidamente checadas, o que manteve a detenção mesmo diante de contestações sobre a identidade atribuída.
No momento da abordagem, Spriestersbach não forneceu um primeiro nome e utilizou o sobrenome do avô, Castleberry, o que levou à associação com outro homem com mandado de prisão em aberto.
O caso se estendeu por cerca de quatro meses em um centro de detenção e mais de dois anos em um hospital psiquiátrico no Havaí, até sua libertação em janeiro de 2020, após revisão completa dos registros.
Spriestersbach afirmou repetidamente que não era a pessoa procurada pelas autoridades, mesmo após permanecer sob custódia em diferentes instituições. “Em vez disso, concluíram que Joshua era delirante e incompetente apenas porque ele se recusou a admitir que era Thomas R. Castleberry”, relatou a defesa no processo.
Registros do processo indicam ainda a possibilidade de um pagamento adicional de cerca de R$ 1 milhão em negociação com o estado, relacionado a outras responsabilidades institucionais no processo.
*Estagiária sob supervisão









