Eduardo Bolsonaro (PL-SP) denunciou nesta sexta (4) que o presidente da Câmara, Hugo Motta, voltou atrás em seu apoio à anistia aos presos de 8 de janeiro após jantar com o ministro Alexandre de Moraes. “Hugo Motta está sendo ameaçado”, disse Eduardo, acusando Moraes de manobras nos bastidores para intimidar parlamentares e sabotar a proposta. “Ele passou a falar como um militante do PSOL”, ironizou.
O projeto de anistia segue travado, e o PL tem intensificado a obstrução em comissões e no plenário. Eduardo convocou manifestação na Avenida Paulista neste domingo (6), às 14h, para pressionar o Congresso: “A pressão popular é o que resta para fazer os deputados tomarem coragem.”
Na entrevista, o deputado ainda denunciou fraude em documentos contra Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro. Ele sugeriu conluio entre autoridades americanas e brasileiras e afirmou que pode renunciar ao mandato para seguir sua missão internacional: “Estou 24 horas por dia dedicado a resgatar a liberdade no Brasil.”