Lançado em 2006, “O Diabo Veste Prada” é um daqueles filmes que muita gente guarda com carinho — seja pela presença dominante de Miranda Priestly, pela evolução de Andrea Sachs ao longo da história ou pela forma como a trama escancara os bastidores nada glamourosos do mundo da moda e do tão sonhado trabalho que cobra um preço alto.
Mesmo tendo sido lançado há quase 20 anos, o filme segue atual e continua fazendo sucesso. Não é à toa que, em abril de 2026, Anne Hathaway e Meryl Streep voltam às telas do cinema nos mesmos papéis que marcaram gerações.
Em “O Diabo Veste Prada 2”, a história revisita o universo da moda em um cenário ainda mais competitivo, atualizado pelas transformações do mercado, das redes sociais e das novas dinâmicas de poder no trabalho. No trailer divulgado pela produtora do filme, é possível perceber que o clima continua afiado: Miranda Priestly surge ainda mais poderosa e estratégica, enquanto Andy enfrenta novos dilemas profissionais em um ambiente onde imagem, influência e visibilidade valem tanto quanto talento.
Para quem já está contando os dias para a estreia, separamos 5 curiosidades sobre “O Diabo Veste Prada 2” que você precisa saber antes de ir ao cinema. Confira!
1. Não, ele não está de volta
Para os haters de plantão, podem ficar tranquilos: no segundo filme, Nate não retorna à história. O personagem, que dividiu opiniões no longa original por sua falta de apoio à carreira de Andy, ficou de fora da continuação. A ausência reforça o foco da nova trama na trajetória profissional de Andrea e nas transformações do universo da moda, sem revisitar relações que ficaram no passado.
2. A trama reflete um novo momento do mundo da moda
Se no primeiro filme o poder estava concentrado nas grandes revistas impressas, em “O Diabo Veste Prada 2” o cenário é outro. A história acompanha um mercado profundamente impactado pelas redes sociais, pela velocidade da informação e pela cultura da influência, em que tendências nascem e morrem em questão de minutos. Essa mudança redefine as relações de poder e coloca Miranda Priestly diante de novos desafios para manter sua relevância.
Imagem: Reprodução digital | 20th Century Studios3. A mesma figurinista de “Sex and the City”
Assim como no primeiro longa, no segundo, a moda segue ocupando um papel central na narrativa. Em “O Diabo Veste Prada 2”, o filme aposta em looks ainda mais marcantes, que misturam referências clássicas com tendências atuais e peças alinhadas ao universo digital. Sob a assinatura da figurinista norte-americana Molly Rogers, responsável por assinar o figurino de séries como “Sex and the City”, o visual reforça o poder, a influência e as transformações de cada personagem, funcionando como uma extensão da própria história.
4. Andy surge mais madura
Agora em uma fase mais consolidada da carreira, Andy aparece mais segura de suas escolhas profissionais, mas não livre de dilemas. O filme explora os limites entre ambição, propósito e vida pessoal, mostrando que crescer na profissão nem sempre significa ter todas as respostas. A personagem vai precisar lidar com decisões que testam, mais uma vez, seus valores.
5. Participações especiais
Além dos personagens icônicos, “O Diabo Veste Prada 2” traz participações especiais que prometem dar ainda mais autenticidade ao universo da moda e do jornalismo. Entre os nomes confirmados, estão Tina Brown, ex-editora da Vanity Fair, a jornalista Karla Swisher e a influencer Paige Desorbo, que aparecem no filme como figuras do cenário midiático e digital, reforçando o vínculo entre a ficção e o mundo real da moda e da comunicação.









