O Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte reconduziu Kim Jong-un ao cargo de secretário-geral durante congresso realizado em Coreia do Norte. Segundo canais estatais, a escolha ocorreu por unanimidade entre cerca de 5 mil delegados, resultado celebrado como demonstração de “unidade política” em torno da liderança nacional.
O país opera sob regime de partido único, sem oposição formal ou imprensa independente. Organizações internacionais frequentemente classificam o sistema norte-coreano como altamente centralizado, com severas restrições a liberdades civis e políticas.
A recondução integral reforça o padrão institucional do regime, no qual decisões partidárias são apresentadas como consensuais. O episódio reacende o debate global sobre modelos políticos baseados em unanimidade e ausência de pluralismo.







