Andrew Fox, do Henry Jackson Society, publicou estudo destacando que o conflito em Gaza deve ser analisado como guerra urbana moderna, e não genocídio. Segundo ele, “alegações de crimes de guerra requerem evidências e julgamento legal, não veredictos de redes sociais”.
O estudo aponta que o Hamas tinha estrutura militar organizada, brigadas, batalhões e posições fortificadas. Fox elogia a IDF por adaptar táticas, usar avisos prévios à população civil e manter assessoria jurídica próxima às decisões de ataque. Ele critica pedidos de boicote às forças israelenses, destacando que democracias estudam guerras controversas para evitar erros futuros.









