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Pressão jurídica mira modelo cívico-militar em SP

O Ministério Público e a Defensoria Pública de São Paulo ingressaram com ação para suspender pontos estruturais das escolas cívico-militares implantadas na gestão Tarcísio.

As instituições pedem a retirada de policiais militares de funções pedagógicas, a anulação de normas sobre corte de cabelo e o fim da vedação a manifestações de namoro nas unidades.

Na ação, alegam que o formato viola garantias constitucionais, a liberdade individual dos alunos e o direito à diversidade. Também solicitam liminar com multa diária de R$ 300 mil em caso de descumprimento. O caso deve ser analisado pela Justiça paulista.

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