Manifestações populares tomaram as ruas de Ciego de Ávila na noite de sexta-feira, em meio a apagões e falhas de internet. Manifestantes bateram panelas, gritaram palavras de ordem por liberdade e atearam fogo em móveis retirados da sede local do Partido Comunista de Cuba, ampliando a tensão em uma das maiores mobilizações recentes no país.
A ativista Rosa María Payá relatou nas redes sociais denúncias de tiros disparados por policiais em Morón contra manifestantes desarmados. Segundo informações divulgadas por Infobae, ao menos uma pessoa teria sido atingida na perna durante a repressão.
No mesmo dia, o governo liderado por Miguel Díaz-Canel admitiu manter contatos com representantes do governo do presidente Donald Trump para tentar encontrar saídas para o impasse entre os países. Relatório da ONG Prisoners Defenders aponta que ao menos 28 opositores foram presos apenas em fevereiro, além de um caso de morte sob custódia ligado a denúncias de tortura e negligência médica.









