Segundo o Metrópoles, o resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), pertencia a dois irmãos e um primo do ministro Dias Toffoli. Em apenas dois meses, todas as cotas foram vendidas a Paulo Humberto Barbosa, advogado que atua para Joesley e Wesley Batista. O pagamento ocorreu via fundo administrado pela Reag, mesma financeira envolvida na investigação do Banco Master.
O perfil do comprador chama atenção: sócio do atual presidente da Friboi e de um cunhado de José Batista Júnior, dono de dez empresas e com escritório ainda ligado a processos sobre aquisições dos Batistas financiadas pelo BNDES. A JBS afirmou que Barbosa apenas prestou serviços advocatícios em Goiás, negando vínculos com suas demais atividades.
Embora Toffoli nunca tenha sido sócio do empreendimento, frequenta o resort regularmente. No final de 2025, chegou ao local em aeronave de empresário investigado por suposta conexão com o PCC. A sequência de transações levanta a questão: quando tantos vínculos passam a configurar impedimento?









