Segundo a coluna de Lauro Jardim no O Globo, o STF e representantes do mercado financeiro pressionam a CPI do Crime Organizado para rejeitar o requerimento do senador Alessandro Vieira que solicita a quebra de sigilo bancário, telefônico e telemático da Maridt empresa familiar de Toffoli que manteve negociações com o ecossistema do Banco Master. O pedido também inclui relatórios de inteligência financeira do Coaf.
O voto na CPI será aberto, obrigando os 11 integrantes a se posicionarem publicamente. A Maridt detinha participação no resort Tayayá, frequentado por Toffoli até o fim de 2025, enquanto o outro sócio, Fabiano Zettel, encontra-se preso pela Polícia Federal. As revelações recentes incluem pagamentos de R$ 20 milhões, capital declarado de R$ 150, endereço de fachada e mensagens cifradas no celular de Vorcaro, elementos que intensificam a atenção sobre o caso.








