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TCU amplia sigilo no caso Master e enfrenta reação do sistema financeiro

O Tribunal de Contas da União decidiu ampliar o nível de sigilo no processo envolvendo o Banco Master e retirou o acesso direto do Banco Central do Brasil aos autos. Pela nova regra, a consulta depende de autorização pessoal do ministro Jhonatan de Jesus. A justificativa apresentada foi evitar vazamentos.

Segundo a Gazeta do Povo, o parecer técnico interno do próprio TCU teria sido favorável ao Banco Central, sem apontar irregularidades na condução da liquidação. A decisão de ampliar o sigilo gerou questionamentos sobre transparência e previsibilidade institucional.

Treze entidades do setor financeiro, entre elas Febraban, Anbima, ABBC e Confederação Nacional das Instituições Financeiras, divulgaram nota conjunta afirmando que a restrição “não é compatível com os princípios que regem a administração pública”. O processo segue sob sigilo.

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