A crise no Oriente Médio ganhou novo patamar após declarações do presidente Donald Trump envolvendo possíveis ataques a instalações iranianas. Em resposta, o Irã sinalizou a possibilidade de fechamento total do Estreito de Hormuz, uma das principais rotas de escoamento de petróleo do mundo. A medida, se concretizada, pode afetar diretamente o abastecimento energético global.
O estreito é responsável por cerca de 20% do transporte mundial de petróleo, e qualquer interrupção impacta imediatamente os preços internacionais. Desde o início das tensões recentes, o barril do Brent já registrou forte valorização, refletindo a instabilidade na região. Países do G7 e aliados articulam ações para garantir a segurança da navegação e evitar um colapso logístico.
O cenário preocupa economias dependentes de combustíveis importados, como o Brasil, onde oscilações no preço do diesel podem gerar efeitos em cadeia. O avanço da crise mantém o mercado em alerta e amplia a pressão por soluções diplomáticas diante do risco de agravamento do conflito.









