Uma carta enviada em 2019 pelo empresário Daniel Vorcaro ao então diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, Paulo Sérgio Neves, foi mencionada em investigação sobre a atuação do banco no mercado de crédito consignado. O documento, apreendido pela Polícia Federal e citado em análises da CPMI do INSS, trata de questionamentos do empresário sobre exigências para que o então Banco Máxima pudesse operar nesse segmento.
Segundo reportagem do UOL, o banco havia sido inabilitado em 2018 para atuar no consignado. Após mudanças administrativas no órgão regulador, a autorização foi concedida e publicada no Diário Oficial em outubro de 2019.
No ano seguinte, já com o nome Banco Master, a instituição firmou convênio com o Instituto Nacional do Seguro Social para operar crédito consignado. A autorização teve validade até setembro de 2025 e posteriormente foi cancelada. As circunstâncias do processo fazem parte de investigações em andamento.









