Segundo ela, Moraes já concentra relatorias, investigações e decisões que impactam parlamentares, jornalistas, plataformas digitais e cidadãos investigados em diferentes processos.
Fabiana argumenta que essa concentração de atribuições não ocorre de forma isolada. Em sua avaliação, decisões de ministros como Flávio Dino e Dias Toffoli recebem respaldo institucional, enquanto a Procuradoria-Geral da República (PGR) frequentemente acompanha ou confirma medidas já adotadas.
Para a comentarista, a chegada de Moraes à presidência do STF não cria esse cenário, mas evidencia o nível de influência já exercido dentro da Corte.
Ela conclui afirmando que, quando um ministro reúne funções decisórias de grande alcance e conta com respaldo institucional, o debate deixa de ser apenas sobre quem preside o Supremo e passa a discutir quais mecanismos de controle e limites existem sobre esse poder.









