O jornalista Leandro Ruschel criticou a prorrogação da votação e comparou a medida à decisão de Alexandre de Moraes, que, em 2022, negou um pedido semelhante do PT.
Na ocasião, Moraes afirmou que “ninguém foi impedido de votar”, após denúncias de operações da PRF que teriam dificultado o transporte de eleitores. Agora, segundo o texto, Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula antes de chegar ao STF, atendeu ao pedido da campanha presidencial para estender a votação até as 19h em todo o país.
Ruschel classificou a decisão como um possível “golpe no Brasil”. A expressão, porém, representa a opinião do jornalista, não uma conclusão jurídica. A justificativa apresentada para a prorrogação seriam relatos de falta de ônibus em diferentes cidades.
A comparação levanta questionamentos sobre os critérios adotados pela Justiça Eleitoral em situações semelhantes e sobre a diferença de tratamento entre os dois episódios.
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