Levantamento da Folha aponta declarações de políticos e influenciadores sobre o SUS, o Pix e o autismo que, segundo a reportagem, não encontram respaldo nos fatos ou distorcem informações.
Jean Wyllys afirmou a uma paciente de hemodiálise que Flávio Bolsonaro “vai acabar com o SUS”. Em contrapartida, o indicado do candidato para a Saúde classifica o sistema como uma “estrutura vitoriosa” que precisa ser aperfeiçoada.
A historiadora Lilia Schwarcz declarou que Flávio acabaria com o Pix “a mando de Trump”. O candidato, porém, afirma que pretende manter o sistema de pagamentos, criado durante o governo de Jair Bolsonaro. Já um vídeo de Felipe Neto voltou a circular com a alegação de que o governo Bolsonaro teria proposto eletrochoque para crianças autistas. Conforme o levantamento, o documento técnico preliminar apenas mencionou a técnica e deixou claro que ela “não era recomendada”.
Após ser procurada pela Folha, Lilia afirmou que se referia a possíveis medidas que prejudicariam o Pix. Jean Wyllys não respondeu, enquanto Felipe Neto classificou a contestação como “videozinho mentiroso”. Os episódios levantam questionamentos sobre o uso de informações imprecisas na disputa política e seus efeitos sobre os eleitores.








