Em transmissão ao vivo na sexta-feira (30), o senador afirmou que a decisão de viajar para os Estados Unidos foi tomada exclusivamente com a esposa, Fernanda, sem comunicar previamente outros aliados. Ele pediu que apoiadores não responsabilizem terceiros pela saída do país.
Flávio negou ter fugido e justificou a permanência nos Estados Unidos como uma forma de continuar sua atuação política. Segundo ele, decidiu sair “pelo Brasil” para ter uma voz mais ativa na oposição, alegando que enfrentaria ainda mais perseguição e censura caso permanecesse no país.
O senador também afirmou que poderá voltar a disputar a Presidência da República antes de 2030, caso considere necessário.
A declaração ocorre em meio a questionamentos sobre a organização da viagem. Reportagens apontaram a participação de integrantes dos governos da Argentina e dos Estados Unidos na logística do deslocamento. O assessor da Casa Branca Jason Miller confirmou ter providenciado o jato utilizado pelo senador, segundo reportagem do Metrópoles.
A Polícia Federal informou que Flávio não é considerado foragido, embora investigue as circunstâncias de sua saída do Brasil e o descumprimento de determinações judiciais relacionadas aos passaportes.






