O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, deve apresentar ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a proposta de aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, o chamado E32. A medida, com duração inicial de 180 dias, tem como justificativa reduzir a dependência de importações e ampliar a oferta interna de combustível.
O plano ocorre após uma mudança recente, quando o percentual foi elevado de 27% para 30% em 2025. Segundo o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o aumento pode diminuir a necessidade de compra externa de gasolina e fortalecer a produção nacional de etanol, setor que projeta crescimento significativo neste ano.
A proposta encontra respaldo na Lei do Combustível do Futuro, que autoriza a mistura de até 35%. A decisão final dependerá da deliberação do CNPE, prevista para o início de maio. Enquanto isso, o impacto prático para consumidores e para o mercado de combustíveis segue em avaliação.





