O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) negou um novo recurso apresentado pela defesa de Pablo Marçal e manteve a decisão que o declarou inelegível até 2032, além da multa de R$ 420 mil.
A decisão foi assinada na sexta-feira (21) pelo presidente do tribunal. Segundo o TRE-SP, Marçal teria utilizado uma estrutura para remunerar influenciadores responsáveis pela produção de cortes durante a campanha eleitoral de 2024.
Esta foi a segunda derrota da defesa no tribunal paulista neste mês. Em 5 de agosto, o plenário rejeitou, por 7 votos a 0, os embargos apresentados contra o acórdão de dezembro de 2025.
O TRE-SP também rejeitou um recurso do Ministério Público Eleitoral que buscava ampliar a condenação por suposto abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos.
Segundo a decisão, não haveria prova inequívoca de pagamento de prêmio em dinheiro que permitisse caracterizar o abuso de poder econômico.
A defesa de Marçal informou ao g1 que não iria se manifestar.
O caso ainda pode chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que deverá analisar os recursos cabíveis.






