Um relatório de inteligência da Polícia Federal afirma que não há indícios de que o jornalista tenha cometido o crime citado na decisão do ministro Alexandre de Moraes.
Segundo o delegado Alberto Knoll, “não se trata de acusar o jornalista do cometimento de tal crime”. O documento aponta que a possível irregularidade estaria relacionada ao ex-secretário que teria repassado os dados ao profissional.
Apesar disso, a decisão de Moraes mencionou “indícios relevantes” de que o jornalista teria cometido crime de perseguição contra Flávio Dino.
O relatório também afirma não ser possível determinar “com máxima certeza” que o jornalista teria recebido dinheiro para produzir as reportagens e ressalta que sua atuação estaria “acobertada pelo direito à liberdade de imprensa”.






