Um relatório da Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger teria tido “aparente autorização” de Lulinha, filho do presidente Lula, para atuar em seu nome junto a órgãos do governo.
A investigação considera, entre outros elementos, mensagens trocadas entre os dois, viagens compartilhadas e a presença de Lulinha na residência da investigada. Também são citadas orientações relacionadas à emissão de nota fiscal para um empresário com contratos federais superiores a R$ 80 milhões.
Luchsinger teria ainda recebido R$ 1,5 milhão do empresário conhecido como “Careca do INSS”. O relatório também registra 18 visitas de Lulinha ao Palácio do Planalto desde 2023, sem indicação pública dos motivos.
A defesa nega irregularidades e afirma que os dois mantêm apenas uma relação de amizade. Até o momento, não houve condenação, e as conclusões da PF são parte da investigação.







