O documento da Alfândega americana indicava que Martins havia entrado nos EUA em uma data na qual a defesa afirma ter comprovado que ele estava no Brasil. O registro foi utilizado como fundamento para sua prisão preventiva em fevereiro de 2024. Ele permaneceu preso por quase seis meses.
Em audiência realizada em março, o juiz americano Gregory Presnell afirmou que havia “um registro falso” inserido nos registros da Patrulha de Fronteira e que a informação prejudicou consideravelmente Martins. Segundo o magistrado, o governo reconheceu a falsidade e a gravidade do caso.
Agora, a defesa aguarda a identificação dos responsáveis pela inserção do registro e pretende usar o reconhecimento da fraude para questionar os efeitos da prova no processo brasileiro.
O caso veio à tona após uma ação movida pela defesa contra o Departamento de Estado dos EUA.









