O governo dos Estados Unidos convidou o Brasil a participar de uma articulação internacional voltada ao combate de movimentos classificados como de extrema esquerda. A iniciativa ocorre após declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que nunca se considerou esquerdista.
O convite não foi direcionado pessoalmente a Lula nem representa um pedido para que o presidente adote medidas específicas contra o comunismo. Trata-se de uma proposta diplomática feita ao governo brasileiro.
A iniciativa, porém, ganha repercussão política por coincidir com as recentes declarações de Lula sobre seu posicionamento ideológico. A eventual adesão ou recusa do Brasil tende a ser analisada por diferentes setores como um indicativo da postura do governo em relação à proposta americana.









