O presidente do STF, Edson Fachin, teria pressionado o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a não participar da sessão de terça-feira que tratará do caso Master. Os dois se reuniram por cerca de meia hora na quinta-feira (10), quando Fachin sugeriu que outro integrante da PGR representasse o órgão.
A possibilidade ganhou força após mensagens da investigação citarem Gonet e seu filho em contatos com o banqueiro Daniel Vorcaro. Gonet nega relação próxima com o empresário e afirma que nunca houve pedido de Alexandre de Moraes para interferir nas investigações sobre o banco.
Nos bastidores, Fachin chegou a cogitar determinar o afastamento por decisão judicial, mas teria optado por buscar um gesto do próprio procurador-geral. Até o momento, não há decisão oficial sobre afastamento, e o rito da sessão de terça-feira ainda não está definido.







