O presidente nacional do PT, Edinho Silva, prestou apoio público ao senador Jaques Wagner (PT-BA), citado em uma investigação da Polícia Federal relacionada ao Banco Master.
Durante um ato político, Edinho afirmou que Wagner é “motivo de orgulho” para o partido e declarou acreditar que o tempo mostrará que o senador foi injustiçado, mesmo com a investigação ainda em andamento.
Jaques Wagner não foi condenado, e a Polícia Federal segue apurando os fatos. Ainda assim, a manifestação do PT antecipou uma defesa política do senador antes da conclusão das investigações.
O episódio também reacendeu críticas à postura do partido diante de investigações. Adversários afirmam que o PT costuma cobrar afastamentos e fazer duras críticas quando suspeitas envolvem opositores, mas adota um discurso de solidariedade e presunção de inocência quando os investigados são integrantes da própria legenda.
Enquanto a investigação prossegue, o caso volta a alimentar o debate sobre a aplicação do princípio da presunção de inocência e sobre a coerência dos discursos adotados por partidos políticos em situações semelhantes.









