A atuação da Justiça brasileira sobre as redes sociais continua gerando debates desde as eleições de 2022, quando o TSE ampliou medidas para determinar a remoção de conteúdos considerados prejudiciais ao processo eleitoral.
Para o comentarista Adrilles Jorge, conceitos como desinformação e discurso de ódio vêm sendo aplicados de forma subjetiva contra críticos do STF, do sistema eleitoral e do governo federal.
Na avaliação de Adrilles, a interferência nas plataformas deixou de ser uma medida excepcional e passou a influenciar diretamente o debate público, especialmente em períodos eleitorais, quando a liberdade de expressão ganha ainda mais relevância.









