O presidente do STF, Edson Fachin, afirmou que eventuais ameaças contra ministros e seus familiares devem ser investigadas com rigor, mas ressaltou que a apuração não pode atingir a atividade jornalística legítima nem o direito constitucional ao sigilo da fonte.
A manifestação ocorreu após a operação autorizada por Alexandre de Moraes contra pessoas apontadas como fontes do jornalista maranhense Luís Pablo. Fachin não citou Moraes diretamente.
O presidente do Supremo também destacou a colegialidade da Corte e lembrou que decisões individuais podem ser submetidas à análise dos demais ministros.
A sequência dos acontecimentos ampliou o debate dentro do próprio STF sobre os limites das investigações, a liberdade de imprensa e o alcance de decisões monocráticas.
Sem mencionar destinatários, Fachin deixou uma mensagem clara sobre os limites que, segundo ele, devem ser observados quando uma investigação envolve a atividade jornalística.








