Na ocasião, o presidente afirmou que o medicamento não deveria ser tratado como recompensa para pessoas que não cuidam da alimentação e classificou a busca pelo tratamento nesses termos.
Seis meses depois, Lula voltou ao tema durante a campanha eleitoral, desta vez defendendo o acesso gratuito às canetas emagrecedoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A mudança de discurso chamou atenção justamente pela diferença entre as duas abordagens. Primeiro, houve a crítica ao uso do medicamento associada aos hábitos alimentares. Depois, a canetinha passou a aparecer como uma proposta de acesso gratuito durante a campanha.
Antes teve bronca por causa da rabada, feijoada e torresmo. Na hora de pedir voto, apareceu a canetinha grátis.








