O presidente Donald Trump ampliou a ofensiva dos Estados Unidos contra o PCC e o Comando Vermelho, classificados por Washington como organizações terroristas.
A estratégia prevê o uso de tecnologia, inteligência digital e parceria com empresas privadas para identificar e atingir estruturas de comunicação e financiamento das facções.
A lógica é simples: em vez de apenas combater criminosos nas ruas, a proposta é atacar a infraestrutura que mantém as organizações funcionando.
Enquanto o governo Trump adota uma postura mais dura contra o crime organizado, o Brasil rejeita a classificação das facções como terroristas.
Para Washington, porém, a expansão territorial e internacional do PCC e do Comando Vermelho exige uma resposta mais firme, tecnológica e coordenada.









